# chmod 751


Os top cinco erros não técnicos cometidos por desenvolvedores

  • Este artigo não é de minha autoria. Ele foi traduzido do artigo escrito por Alberto Gutierrez, disponível em: http://www.makinggoodsoftware.com/2009/07/07/5-top-non-technical-mistakes-made-by-programmers/

Existem dois conjuntos de habilidades que um bom desenvolvedor precisa cultivar: habilidades técnicas e não técnicas. Infelizmente, alguns desenvolvedores focam somente na parte técnica. Quando isso acontece eles desenvolvem alguns maus hábitos dos quais os seguintes 5 são os erros não técnicos:

1 .- Falta de disciplina.

Disciplina é a ponte entre estabelecimento de objetivos e o cumprimento de metas.” Jim Rohn.

Sempre achei que disciplina fosse uma das habilidades mais valiosas, não só por ser um desenvolvedor de software, mas também para ser bem sucedido em qualquer outra área da vida também. E é bem verdade que, geralmente, é muito difícil encontrar pessoas que são tanto brilhantes quanto disciplinados.

Steve Pavlina destaca os 5 pilares da auto-disciplina … “[...] Aceitação (Acceptance), força de vontade (Willpower), trabalho árduo (Hard work), esforço (Industry) e persistência (Persistence). Se você pegar a primeira letra de cada palavra, você terá a sigla “A WHIP” (Um Chicote) – uma maneira conveniente de recordá-las, uma vez que muitas pessoas associam auto-disciplica como uma forma de chicotear-se em forma.[...] Eu altamente recomendo que leia sua série de artigos na auto-disciplina.

Como expliquei no meu artigo anterior: 5 dicas para criar bons códigos todos os dias, a minha abordagem pessoal é seguir estes passos todos os dias.

-Prepare sua própria lista de afazeres do dia.
-Faça uma coisa de cada vez
-Faça-o direito
-Não finalize nada até que tenha completado tudo.
-Antes tarde do que arrependido, PORÉM antes arrependido do que nunca.

2 .- Grandes egos.

Pela minha experiência posso dizer que grandes egos e programadores vão de mão em mão, o principal problema de ter um grande ego é que, na realidade, ele te impede de perceber que você o tem. Alguns indicadores que podem ajudar você a saber se o seu ego é grande são as seguintes:

* Você se considerar o melhor programador.

* Você bloquear conversas.

* Você pedir verificações de códigos não para obter opiniões críticas, mas para mostrar quão bom o seu código é.

Existem artigos muito bons na internet sobre programadores e seus egos, eu recomendo dois deles, este artigo de Mike Bernat: “Programação sem ego algum” e esta dicussão em stackoverflow.com.

3 .- Ser um mau comunicador.

Se eu for falar por dez minutos, eu preciso de uma semana de preparação; se quinze minutos, três dias; se meia hora, dois dias, se uma hora, estou pronto agora“. Woodrow Wilson

Como a comunicação é nossa principal atividade. Ser um bom comunicador é difícil, porém essencial à nossa profissão, estamos continuamente trocando opiniões sobre designs, códigos, fazendo revisões, escrevendo documentações, tentando convencer os outros que nosso projeto é melhor, escrevendo código…

Bons comunicadores são pessoas que, quando estão explicando alguma coisa, sua explicação é a seguinte:

* Foco. Eles só falam sobre o que é preciso para se compreender.

* Clareza. Fácil de entender.

* Breve. Nada a acrescentar, nada a retirar.

Para ser um melhor comunicador, tenho dois conselhos:

* Se você acha que não é um bom comunicador, prepare o que vai falar até ficar focado, claro e conciso.

* Se entrar numa conversa, primeiro ouça, depois pense e depois fale.

Há mais algumas dicas para melhorar a comunicação quando tiver uma reunião neste artigo que publiquei anteriormente “7 melhores práticas para tomar decisões no desenvolvimento de equipe“.

4 .- Esquecer o cliente.

Se não cuidarmos do cliente … alguém vai cuidar.

Você está aí por uma razão apenas, seu cliente. É fácil, as vezes, esquecer isso. Estive em equipes que se concentraram em tecnologias e plataformas, em vez de ter um cliente feliz. Gastaríamos meses criando uma estrutura que não proporcionaria valor algum para o cliente, e pelo tempo que começaríamos a usá-la, iríamos acabar descobrindo que não se encaixa nas nossas necessidades.

5 .- Não priorizar o trabalho corretamente.

Os programadores que estão sempre se atualizando muito, pesquisando novas e mais interessantes tecnologias, mais soluções de engenharia ou simplesmente fazendo tudo o que acham mais legal, são empecilhos para o projeto. Não estou dizendo que não é normal que se engaje em atividades paralelas ao longo do tempo, pois todos nós precisamos de distrações, mas se você se encontra normalmente nas situações ditas antes, você deve reconsiderar a forma como prioriza seu trabalho, mais uma vez vou recomendar que leia as ‘5 dicas para criar bons códigos a cada dia‘.

Posts Relacionados:

  1. Um must-read para desenvolvedores Rails
  2. O escopo é determinante para o sucesso de um projeto

Microsoft: Dois celulares com a marca e um tablet?

O projeto Microsoft Pink está ganhando mais credibilidade, desta vez por causa de uma série de imagens que estão circulando na Web. Essa hipótese continua a ser sustentada pela veterana jornalista especializada na Microsoft, Mary Jo Foley, que afirma que o celular da MS será equipado com Windows Mobile 7 e terá forte ênfase em serviços, provavelmente incluindo o Zune Video Marketplace e o Zune Pass Music. Algum detalhe poderá ser exibido durante a CES em janeiro, mas o sistema operacional só será lançado no segundo semestre de 2010.

Há dois modelos em questão. O Pure, com formato deslizante lateral (slider), além do Turtle (da figura abaixo), no formato barra e deslizamento vertical. Ambos os modelos teriam as vantagens proporcionadas pela Danger, a empresa que criou o Sidekick, e que agora é da Microsoft. O hardware dos dispositivos seria produzido pela já parceira da Danger, a Sharp, tanto é que nas costas dos celulares estaria escrito: “Microsoft+Sharp”.

É esperado que os telefones da série “Pink” tenham o foco na área multimídia, usando processadores como o Nvidia Tegra ou Texas Omap. Há ainda rumores que a Microsoft esteja envolvida no desenvolvimento de um tablet, juntando tecnologias do Zune, Surface e Xbox em uma coisa só, não sendo claro se rodaria uma versão modificada do Windows ou não. Segundo os rumores, este ainda estaria na fase de protótipo.
img-b5851537
Fontes:

http://www.electronista.com/articles/09/09/21/microsoft.pure.turtle.and.tablet.rumors/

http://blogs.zdnet.com/microsoft/?p=4011

http://9to5mac.com/microsoft-sharp-danger-pink-sidekick-turtle-pure


8 Perguntas antes de aceitar um emprego.

8 perguntas que você deve fazer antes de aceitar um emprego

Os candidatos a uma vaga de emprego não devem ignorar sinais de que a companhia pode não ser adequada às suas expectativas.

Por CIO/EUA

rada - Música erudita - Aventuras a quatro - Quarteto Radamés Gnattali

Com a escassez de boas oportunidades de trabalho, as pessoas que procuram uma recolocação profissional, geralmente, sentem-se pressionadas a criar formas para impressionar seus recrutadores. Na realidade, a ansiedade de passar uma boa impressão ao futuro empregador faz com que muita gente perca a chance de questionar fatores decisivos como a cultura da companhia e de que forma é possível se adaptar ao ambiente organizacional, diz a autora do livro The Truth About Trust in Business (ainda sem versão em português), Vanessa Hall.

Além disso, devido à falta de boas vagas em aberto, muitos profissionais sentem-se tentados a aceitar qualquer proposta e ignoram os sinais de que determinadas empresas podem não corresponder a suas expectativas. De acordo com especialistas, não considerar a cultura das organizações antes de aceitar uma oferta de emprego pode ser uma falha fatla para o sucesso na carreira.

Mais do que a frustração de atuar em uma companhia com valores diferentes dos seus, esses profissionais são prejudicados pois, fatalmente, terão seus resultados afetados pela falta de paixão no trabalho e pedirão demissão ou serão demitidos.

Para o professor da Escola de Negócios da Universidade do Sul da Califórnia (do inglês South California University, a qual fica localizada em Los Angeles) e autor do livro Talent: Making People Your Competitive Advantage (ainda sem versão em português), Edward Lawler, o profissional é prejudicado em ambas as situações descritas. “É ruim ter o histórico de passar períodos muito curtos nas empresas”, explica ele.

Por outro lado, segundo Vanessa, se um candidato identifica que determinada organização possui uma cultura que de adeque a sua personalidade, valores e estilo de ação, provavelmente terá mais chances de ser aceito para a vaga e de ter uma carreira de sucesso na companhia.

Ademais, para ela, profissionais que demonstram interesse em conhecer a cultura da empresa durante uma entrevista satisfazem mais os recrutadores do que aqueles que fazem perguntas apenas sobre benefícios e oportunidades de desenvolvimento. “Na visão de um gestor, as perguntas relacionadas à rotina organizacional demonstram que o candidato está preparado para a vaga e tem maturidade para colaborar com os resultados do negócio”, diz a escritora.

Tenho PhD Terminei 3 pós-doutorados Publiquei 6 artigos Trabalho por comida

Tenho PhD Terminei 3 pós-doutorados Publiquei 6 artigos Trabalho por comida

Seguem algumas dicas para os profissionais que estão em busca de melhores oportunidades de como eles podem identificar a cultura organizacional:

1. Cheque o site da companhia antes da entrevista: de acordo com a gerente da companhia norte-americana de recrutamento executivo Keystone Partners, Elaine Varelas, a página corporativa na internet pode dar indícios preciosos da política organizacional das empresas. Fotos e testemunhos de funcionários, por exemplo, indicam que a empresa é preocupada com seus colaboradores e quer ser vista como um bom lugar para se trabalhar.

2. Avalie o processo seletivo: preste atenção na pessoa que faz o contato direto para agendar a entrevista e em como ela se relaciona com você – tratando-o bem, de modo formal, informal, entre outros. Se o próprio recrutador efetuar a ligação, pode ser sinal de que a companhia possui estrutura hierárquica fraca ou indicar a falta de processos estruturados.

“Além disso, algumas organizações são famosas por possuírem processos seletivos extremamente longos”, diz Lawler, que complementa: “Candidatos devem discernir se tal demora reflete que a preocupação da companhia em encontrar os profissionais adequados às vagas ou se indica que os gestores não sabem conduzir a seleção de pessoal.”

3. Observe o ambiente: Elaine aconselha que os candidatos devem estar atentos aos detalhes do local onde a empresa está situada. Segundo ela, é preciso observar como o espaço é organizado no escritório do gestor, como a recepção é decorada, como os funcionários estão vestidos, se estão sentados em cadeiras antigas e desconfortáveis e se utilizam computadores modernos.

4. Observe as pessoas: da mesma forma como deve acontecer com o ambiente, os candidatos precisam estar atentos ao modo como os colaboradores agem, reparando se todos se cumprimentam, se existe um clima agradável e de amizade no ambiente, se há conversas ou apenas o barulho dos computadores, se as pessoas sorriem, entre outros.

5. Pergunte sobre a cultura organizacional: Elaine sugere que os profissionais peçam que seus entrevistadores descrevam a cultura organizacional da empresa. Além disso, ela diz que os candidatos devem perguntar por quanto tempo, aproximadamente, as pessoas permanecem na companhia.

6. Peça explicações sobre os valores da empresa: segundo Vanessa, os candidatos devem perguntar aos entrevistadores como os valores da organização são aplicados na rotina operacional e como se há políticas para que os gestores encaminhem avaliações de desempenho a seus funcionários.

7. Cheque pesquisas de satisfação dos funcionários: é válido perguntar ao responsável pela área de recursos humanos se há algum levantamento que indique o nível de satisfação dos colaboradores. “Pode parece um pouco constrangedor fazer esse tipo de pergunta, mas é a única forma de ter acesso aos reais dados sobre o clima organizacional”, explica Lawler.

8. Pergunte sobre políticas de desenvolvimento profissional: a intenção é saber quais ferramentas a empresa dá para que seus colaboradores aprimorem seus conhecimentos e habilidades.

Além de tudo isso, Elaine explica que os candidatos devem conseguir diferenciar boas políticas organizacionais do que os gestores podem criar apara tornar a companhia atraente aos novos talentos. Segundo ela, conversar com funcionários de diversas áreas da empresa pode ser muito eficaz na busca por informações verdadeiras de como é o dia a dia corporativo.

Good Lucky.Eu I’m happy with my =)